Agricultura regenerativa: uma exploração agrícola de cada vez para regenerar a Terra

Nesta altura em que as alterações climáticas estão nas notícias e a sustentabilidade é uma prioridade máxima, a forma como produzimos alimentos está a mudar.

Numa altura em que as alterações climáticas estão nas notícias e a sustentabilidade se está a tornar uma prioridade máxima, a forma como produzimos alimentos está a mudar. A agricultura regenerativa, muitas vezes conhecida como RegenAg ou RegAg, é uma abordagem holística da agricultura que promete não só sustentabilidade, mas também cura. Mas o que é a agricultura regenerativa e porque está a ganhar popularidade? Vamos ao cerne da questão!

Qual é a definição de Agricultura Regenerativa (RegAg)?
A Agricultura Regenerativa é um conjunto de práticas agrícolas que visam restaurar e melhorar o ambiente geral da exploração agrícola. Dá prioridade à saúde do solo, reconhecendo que um ecossistema saudável à superfície começa com um solo vibrante e cheio de vida por baixo. Ao contrário de alguns métodos agrícolas que visam apenas manter as condições actuais, a agricultura regenerativa procura melhorar e restaurar.
É frequente encontrarmos definições diferentes do que é a agricultura regenerativa, até porque é, no mínimo, uma palavra da moda, muito utilizada pelos meios de comunicação social e pelas empresas.

Princípios fundamentais da agricultura regenerativa:
Poderíamos extrair alguns princípios fundamentais da agricultura regenerativa:
- Saúde do solo
- Rotações diversificadas de culturas
- Integração do pastoreio e da pecuária
- Agroflorestação
- Culturas de cobertura

Porquê praticar a agricultura regenerativa?
Sequestro de carbono: Uma vez que os solos saudáveis têm uma capacidade excecional de "absorver" o carbono da atmosfera, a agricultura regenerativa é uma ferramenta poderosa na luta contra as alterações climáticas.

Conservação da água : As práticas regenerativas melhoram a capacidade do solo para reter a água. Isto reduz a necessidade de irrigação e torna as terras agrícolas mais resistentes à seca.

Melhoria da biodiversidade: Os métodos de agricultura regenerativa promovem um ecossistema diversificado, garantindo um ambiente equilibrado e resistente a pragas e doenças.

Benefícios econômicos: Embora possa haver um período de transição, as práticas regenerativas podem reduzir a procura de fatores de produção sintéticos dispendiosos a longo prazo, resultando em poupanças para os agricultores.

Alimentos ricos em nutrientes: solos mais saudáveis significam culturas mais ricas em nutrientes, o que significa alimentos de melhor qualidade.

Artigo escrito por Guillaume, Gerente de Projetos de Carbono da MyEasyFarm.

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